A Comissão Política do PSD de Cabeceiras de Basto tem acompanhado com preocupação a situação que se vive na junta de freguesia de Riodouro. Quase nove meses passados sobre as eleições, o impasse na formação e funcionamento dos órgãos autárquicos da freguesia parece estar para durar.
Os habitantes da freguesia deparam-se com uma espécie de junta-fantasma, com os constrangimentos e prejuízos vários que daí advêm.
A democracia poderá não ser o regime político ideal. É, no entanto e sem qualquer dúvida, aquele que melhor serve os interesses das populações. E esta perceção não pode mudar ao sabor dos resultados eleitorais. Não se pode apregoar os méritos da democracia quando se ganham as eleições e descobrir-lhe uma série de defeitos e imperfeições quando se perde!
Quem ganha as eleições – e não quem as perde! – tem o direito e o dever de governar. Seja em Riodouro, seja no país. É verdade que o país vive, hoje, uma situação inaudita, que mais não é que o desvirtuar grosseiro das regras básicas da democracia… Mas o que se passa no país não será bem democracia; será, antes, um aproveitamento, uma chico-espertice saloia de quem se não importa de vender “a alma ao diabo”, na perspetiva de dividir entre si o “espólio do poder”.
Voltando à situação de Riodouro, é fundamental que quem está diretamente envolvido, e por isso mesmo, pode contribuir para a solução, veja para além da sua “quinta particular” e possa ter uma visão mais ampla que salvaguarde, acima de tudo, o interesse das populações. Coligações negativas, já nos chega a que (des)governa o país!
O Partido Social Democrata, alerta para que se encontre uma solução, para a procura de consensos e para o aproximar de posições. Radicalismo e irredutibilidade são os muros que impedirão essa solução. O PSD propõe-se ser a ponte que possibilite estreitar e reduzir as divergências.

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